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Edições anteriores
10h Mesa 6
O livro: capítulo 2

Robert Darnton
John Makinson

mediação
Cristiane Costa

Nenhum autor contemporâneo foi tão fundo no estudo sobre o futuro do livro quanto o historiador Robert Darnton. Diretor da biblioteca de Harvard, ele acompanhou de perto as negociações com o Google para a digitalização de todo o acervo da universidade e registrou as implicações da proposta numa série de artigos recém-lançados em livro no Brasil. John Makinson é o CEO da editora Penguin e está na vanguarda do processo de transformação por que passa o mercado editorial em todo o mundo. Os destinos da palavra escrita são o ponto de partida da conversa de que participam em Paraty.
12h Mesa 7
Além da Casa-grande

Alberto da Costa e Silva
Maria Lúcia Pallares-Burke
Ângela Alonso

mediação
Lilia Schwarcz

Apesar de muito vasta, a obra de Gilberto Freyre costuma ser lembrada apenas por Casa-grande & senzala e Sobrados e mucambos. A proposta desta mesa é examinar a obra de Gilberto Freyre para além de seus livros mais famosos. Nordeste será o tema do africanista Alberto Costa e Silva. A historiadora Maria Lúcia Pallares-Burke fala sobre Ingleses no Brasil. E a socióloga Ângela Alonso discorre sobre Ordem e progresso.

Apoio
imprensa-oficial
15h Mesa 8
Chá pós-colonial

William Boyd
Pauline Melville

mediação
Ángel Gurría-Quintana

Tanto William Boyd como Pauline Melville são associados a um tipo de literatura que se convencionou chamar “pós-colonial”. O rótulo é vasto e decerto não exprime com precisão a particularidade do trabalho dos escritores a ele associados. Mas vale para autores que examinam, por meio da ficção, o destino de países que foram colônias num passado próximo o suficiente para que as cicatrizes da exploração ainda se façam notar. É o caso dos dois, que encontram nesse tema um ponto de partida para a conversa que travam em Paraty.
17h15 Mesa 9
Promessas de um velho mundo

A. B. Yehoshua
Azar Nafisi

mediação
Moacyr Scliar

Yehoshua é um dos grandes nomes da prosa de Israel, ao lado de Amós Oz e David Grossman. Como os colegas, é voz ativa no debate sobre o processo de paz no Oriente Médio. Azar Nafisi é o grande nome da literatura iraniana, país cujo regime teocrático critica de forma feroz em seu trabalho. Nesta mesa, os autores dão testemunho sobre o papel da literatura como caminho para um diálogo entre as culturas em conflito.
19h30 Mesa 10
Em nome do filho

Salman Rushdie

mediação
Silio Boccanera

A obra mais recente de Salman Rushdie, Luka e o fogo da vida, terá lançamento mundial durante a Flip. Mas a conversa não se restringe ao assunto do livro, uma fábula para jovens da mesma linhagem de seu celebrado Haroun e o mar de histórias (1998). A ocasião também serve para Rushdie falar de sua condição de autor-síntese da literatura multicultural e de sua visão sobre temas políticos contemporâneos.
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