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09h30 Mesa Zé Keber
Paraty: passando o futuro a limpo

Victor Zveibil
Ana Carla Fonseca Reis
Luís Perequê

O desafio está posto às cidades brasileiras do século 21: como planejar e controlar o território municipal conjugando potenciais e limites do meio físico, social, cultural, político e econômico a favor de um desenvolvimento urbano sustentável? Criatividade! É a criatividade, construída através do debate plural das idéias de cidadãos e do governo, a responsável pelo sucesso das políticas públicas municipais. Trazendo este desafio para Paraty, a mesa Zé Kleber deste ano vai abordar o tema cidade criativa, aquela que pode passar seu futuro a limpo, projetar a si mesma no tempo, colocar-se com clareza na imaginação de seus habitantes e governantes.
11h45 Mesa 16
Gilberto Freyre e
o século 21

José de Souza Martins
Peter Burke
Hermano Vianna

mediação
Benjamin Moser

Na mesa que encerra a homenagem a Gilberto Freyre, três de seus maiores intérpretes analisam a atualidade da obra do sociólogo. Herdeiro da tradição uspiana, José de Souza Martins explica por que Freyre tornou-se um clássico incontornável. Um dos maiores praticantes da história das mentalidades no mundo, Burke analisa o pioneirismo de Freyre nesse segmento. E o antropólogo Hermano Vianna discute a questão da miscigenação e da identidade nacional na obra do autor pernambucano.
14h30 Mesa 17
Cartas, diários e outras subversões

Wendy Guerra
Carola Saavedra

mediação
João Paulo Cuenca

A cubana Wendy Guerra faz dos diários uma ferramenta ficcional importante para dar conta de sua experiência e das contradições que marcam a história política de seu país. Carola Saavedra valeu-se de cartas para compor alguns de seus livros, que fizeram dela uma grata surpresa da literatura brasileira nos últimos anos. A diferença é que Carola escreve numa democracia onde a liberdade de expressão é respeitada; os livros de Wendy, nunca é demais lembrar, estão proibidos de circular pela ditadura cubana.
16h30 Mesa 18
Nacional, estrangeiro

Benjamin Moser
Berthold Zilly

mediação
Claudiney Ferreira

Tanto para o americano Benjamin Moser, biógrafo de Clarice Lispector, como para o tradutor alemão Berthold Zilly, o Brasil é uma referência decisiva. Ambos se aproximaram da cultura brasileira de forma casual, mas se transformaram em grandes intérpretes da literatura produzida no Brasil. A visão desses dois autores é uma síntese do papel ambíguo ocupado pela literatura brasileira no exterior, tema dessa conversa de que participam em Paraty.
18h15 Mesa 19
Livro de cabeceira

Convidados da Flip leem trechos de seus livros prediletos
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